"Ó tu que vens de longe, ó tu, que vens cansada, Entra, e, sob este teto encontrarás carinho: Eu nunca fui amado, e vivo tão sozinho, Vives sozinha sempre, e nunca foste amada...
A neve anda a branquear, lividamente, a estrada, E a minha alcova tem a tepidez de um ninho, Entra, ao menos até que as curvas do caminho Se banhem no esplendor nascente da alvorada.
E amanhã, quando a luz do sol dourar, radiosa, Essa estrada sem fim, deserta, imensa e nua, Podes partir de novo, ó nômade formosa!
Já não serei tão só, nem irás tão sozinha. Há de ficar comigo uma saudade tua... Hás de levar contigo uma saudade minha... "
Esta música diz-me tanto, curioso que passado tantos anos ainda me diz tanto, Ando nostálgica, esta musica ajudou. Amo amo, vou deixar no repeat até à noite definitivamente.
"Ó tu que vens de longe, ó tu, que vens cansada,
ResponderExcluirEntra, e, sob este teto encontrarás carinho:
Eu nunca fui amado, e vivo tão sozinho,
Vives sozinha sempre, e nunca foste amada...
A neve anda a branquear, lividamente, a estrada,
E a minha alcova tem a tepidez de um ninho,
Entra, ao menos até que as curvas do caminho
Se banhem no esplendor nascente da alvorada.
E amanhã, quando a luz do sol dourar, radiosa,
Essa estrada sem fim, deserta, imensa e nua,
Podes partir de novo, ó nômade formosa!
Já não serei tão só, nem irás tão sozinha.
Há de ficar comigo uma saudade tua...
Hás de levar contigo uma saudade minha... "
Esta música diz-me tanto, curioso que passado tantos anos ainda me diz tanto, Ando nostálgica, esta musica ajudou. Amo amo, vou deixar no repeat até à noite definitivamente.
ResponderExcluirAh Moreno, o que posso te falar?
ResponderExcluirDigo que os teu versos vieram na hora exata do meu coração.
Beijos meus
Oi amiga, feliz porque gostou.
ResponderExcluirRepeat então.